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Sindicatos denunciarão Igeprev ao Ministro da Previdência


O Presidente do SICIDETO também participará da audiência em Brasília-DF com o ministro da previdência, Garibaldi Alves Filho, para o próximo dia 13 de agosto. Veja a seguir o que diz o Portal Cleber Toledo expõe sobre o assunto:

Com assento no Conselho do Instituto de Gestão Previdenciária (Igeprev), o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado (Sintet) está preocupado com a falta de transparência e com prejuízos milionários que o órgão estaria amargando. O presidente do Sintet, José Roque Santiago, disse que os sindicatos de servidores do Estado já estão com audiência marcada para o dia 13 com o minisro da Previdência Social, Garibaldi Alves Filho. Zé Roque contou ao blog que os sindicatos vão denunciar ao ministro as operações de risco que estão sendo feitas pelo Igeprev, bem como o descumprimento das orientações do Banco Central, os supostos prejuízos milionários do órgão e ainda pedirão auditoria nas contas.

Dinheiro espalhado por 50 operadoras

O presidente do Sintet revelou ao blog que o Igeprev tem aplicado mais de R$ 2,6 bilhões da aposentadoria e pensões dos servidores do Estado - exatamente, R$ 2.619.892.000. Contudo, não há informação exata de onde esse dinheiro está sendo aplicado. Nos bastidores, chega-se a dizer que ele estaria espalhado por cerca de 50 operadoras financeiras. Desse total investido, Zé Roque disse ao blog que o Igeprev amargou um prejuízo de 3,15% do capital investido de janeiro a junho.

Prejuízo de R$ 7 milhões com a BVA

O sindicalista ainda disse que o instituto estaria tendo um prejuízo de R$ 7 milhões com a liquidação da corretora BVA pelo Banco Central. Isso porque, segundo ele, o BVA vai devolver R$ 35 milhões investidos, mas sem juros e correções.

Resgate antes da hora

Zé Roque também disse que o Igeprev está amargando prejuízos porque, "estranhamente", os administradores estão retirando aplicações antes do vencimento do prazo de carência. Assim, o instituto de previdência dos servidores do Estado tem que pagar multa e taxa de administração. E, claro, fica sem os juros e correções do período de imobilização do capital. "Esse resgate antes do prazo já foi constatado várias vezes pelo Conselho de Administração do Igeprev", garantiu Zé Roque. O porquê disso, afirmou o sindicalista, nenhuma palavra por parte dos responsáveis.

R$ 1,3 milhão de prejuízo por mês

O presidente do Sintet também afirmou que o Igeprev tem tido prejuízos mensais de R$ 1,3 milhão com aplicações que vêm sendo feitas através de uma corretora. "Também constatamos isso, mas o motivo não é informado. É por má gestão, que tem o superintendente Edson Santana Matos como protagonista", reclamou Zé Roque.

O intocável todo-poderoso

Nos bastidores da política palaciana, o superintendente do Igeprev é tido por secretários e assessores como o "intocável todo-poderoso". Todos os presidentes do Igeprev caíram, e a rotatividade deles é grande, mas Edson Santana Matos permanece firme, forte e inabalável. Ele ingressou no cargo no dia 1º de janeiro de 2011, no primeiro dia do governo Siqueira Campos.

Nem mesmo a Assembleia

A "caixa-preta" do Igeprev é tão hermeticamente fechada que nem os deputados conseguem informações. Para se ter ideia, o deputado Sargento Aragão (PPS) tenta pela segunda vez fazer com que o presidente do instituto, Rogério Villas Boas, vá ao Legislativo prestar esclarecimentos. “Aguardamos ele [Rogério] vir espontaneamente à Assembleia. Aguardamos mais de 60 dias. Agora ele será convocado”, avisou Aragão no final de junho.

Outro prejuízo à vista

Além do prejuízo apontado pelo Sintet no BVA, os deputados temem outro que poderia ter sido provocado pela liquidação da Diferencial Corretora de Títulos e Valores Mobiliário S/A. Conforme requerimento de Aragão, a empresa administrava cerca de R$ 150 milhões do Igeprev.

Pedido de informações ao TCE

Outro requerimento apresentado por Aragão pede também que seja encaminhado pela Assembleia ao Tribunal de Contas do Estado (TCE), um pedido de informações referentes às aplicações financeiras realizadas pelo Igeprev, no exercício dos anos de 2011 e 2012, até a presente data.

Propaganda e obviedade

O blog teve acesso ao formulário de pesquisa do Instituto Extractu Sensu, de Marabá (PA). Pesquisa é o modo de dizer, porque o formulário é uma verdadeira peça publicitária da senadora Kátia Abreu (PSD). Depois das primeiras questões, digamos, mais objetivas, em que o instituto pergunta o óbvio (de onde vem a maior parte dos recursos para obras em Palmas, que todo mundo sabe que é do governo federal), o documento introduz à propaganda com a "pergunta" "Você sabia que o papel do senador (a) é fundamental para buscar recursos do governo federal para os municípios do Estado do Tocantins?".

Melhor do mundo na propaganda indutiva

Em seguida começa uma espécie de propaganda indutiva, com as perguntas que jogam confetes sobre a parlamentar, numa verdadeira apologia: "Você conhece o trabalho desenvolvido pela senadora Kátia Abreu no Estado do Tocantins e em todo o Brasil?", "Você sabia que a senadora Kátia Abreu está entre os dez melhores senadores de todo o País?", "Sabia que a senadora Kátia Abreu é considerada a melhor senador (a) dentre todos os senadores da região Norte e Nordesde do Brasil?", "Você tem conhecimento de que a senadora Kátia Abreu foi fundamental na aprovação do novo Código Florestal do País?", "É de seu conhecimento que a senadora Kátia Abreu teve uma atuação decisiva na aprovação da nova Lei dos Portos que vai trazer mais agilidade no transporte e exportação da produção brasileira?", e por aí vai o "cientifismo propagandístico" da "pesquisa".

Ausência injustificável

Os amigos do governador Siqueira Campos (PSDB) não gostaram da ausência do secretário de Relações Institucionais, Eduardo Siqueira Campos, nos eventos que marcaram os 85 anos do pai, na quinta-feira, 1º. Segundo eles disseram ao blog, Eduardo não foi a Arraias, onde Siqueira Campos inaugurou obras e participou de uma missa pelo seu aniversário. À noite, o secretário também não compareceu à missa celebrada na Igreja Santa Filomena, na 206 Sul. Alguns amigos de Siqueira disseram ao blog que a ausência do filho no aniversário do pai é "injustificável".

Foco de resistência

O jornalista Cláudio Humberto afirma em sua coluna nesta segunda-feira, 5, que o governador Eduardo Campos (PE) deve intervir no comando de diretórios do PSB em vários Estados, entre eles, o Tocantins, onde a sigla é comandada pelo prefeito de Gurupi, Laurez Moreira, desde 2007. O objetivo, segundo o jornalista, é reduzir focos de resistência à sua candidatura à Presidência.

"Sugestão" palaciana

Laurez fez uma aliança com o Palácio Araguaia, que resultou no apoio à sua candidatura em 2012 e em uma vaga no governo Siqueira Campos para a legenda, representada por Alan Barbiero, atual secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. No ano passado, o secretário Eduardo Siqueira "sugeriu" ao PSDB de Gurupi - seu partido - que retirasse a candidatura própria de Osvaldo Stival para apoiar Laurez. Ainda nos bastidores, a informação é de que haveria intenção de Eduardo de deixar o PSDB para ingressar no PSB.

Só em 1º de abril

Ainda sem receber os R$ 50 mil prometidos para o Estadual, que acabou há dois meses, e sem qualquer apoio da Secretaria de Esportes, o Gurupi conseguiu o feito de vencer o Ypiranga, do Amapá, por 1 a 0, e liderar o Brasileiro da Série D. Com 12 pontos, o Gurupi está à frente do segundo colocado, o Salgueiro (11 pontos), que recebeu R$ 1 milhão do governo de Pernambuco para a competição. Enquanto isso, o clube de Gurupi e os demais times que disputaram o Estadual aguardam os prometidos R$ 50 mil. Pelo jeito, só no dia 1º de abril. 


Fonte: Site www.portalct.com.br

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