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REUNIÃO NA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO TOCANTINS


Ao lado do presidente do Seet ( Sindicato da Enfermagem do Estado do Tocantins ) Claudean Pereira Lima o presidente do Sicideto Dr. Ricardo Camolesi, participou da reunião da Comissão de Administração, Trabalho, Defesa do Consumidor, Transportes, Desenvolvimento Urbano e Serviço Público, Presidida pelo Deputado Estadual Ricardo Ayres que contou com a presença de todos os secretários estaduais envolvidos com as finanças, planejamento, administração e orçamento do Tocantins.

Na oportunidade o pronunciamento do secretário foi o seguinte:

O Governo do Estado, por meio do secretário da Administração, Geferson Barros, do secretário de Planejamento e Orçamento, David Torres, e do secretário da Fazenda, Paulo Afonso, esclarece que o 13º salário dos servidores públicos será pago, conforme determinação do governador Marcelo Miranda, até dia 20 de dezembro, dentro do prazo legal. “Estamos correndo atrás para prover este pagamento tão importante. Vamos honrá-lo no dia correto, visto que esta é uma prioridade desta gestão. O que houve foi uma interpretação equivocada dos presentes”, frisou o secretário da Fazenda, Paulo Afonso, se referindo a boatos de que não haveria o cumprimento do 13º. O pronunciamento aconteceu na tarde desta quinta-feira, 10, durante Audiência Pública com a Comissão de Defesa do Consumidor na Assembleia Legislativa. A folha de novembro será paga em dia e estará na conta dos servidores no sábado, dia 12.



Após as explicações do Governo vários Deputados Estaduais levantaram questionamentos, como Deputado Estadual Elenil da Penha que questionou sobre as formas de arrecadação, já o Deputado Estadual Paulo Mourão líder do governo amenizou dizendo dos erros de governos passados e da situação de dificuldades em que o Tocantins se encontra, mas foi enfático quando falou do funcionalismo público "o Estado não terá condições de suportar senão houver mudança.”

O Deputado Estadual Nilton Franco, apresentou dados do Sindicato dos Auditores Fiscais do Estado que mostram as precárias condições da fiscalização no Tocantins e perguntou como um Estado que tem cinco postos de fronteiras fechados, pode arrecadar impostos, sendo que os caminhões circulam livremente por todo Estado. Ainda cobrou a falta de atitude do Governo, já no final do primeiro ano e nada se fez para virar o jogo.

"Conversando com os presidentes dos Sindicatos no Estado, encaro com muita procuração a situação atual, ainda mais no momento delicado que o Brasil vive e agora que sem cerimônias foi convocada uma greve da saúde a qual não participamos, mas o Governo já disse que não vê com bons olhos, pois os motivos para tal são pequenos devido às negociações em curso; realmente a situação incomoda para um final de ano que sinceramente esperava diferente. " Desabafou o presidente do Sicideto.
 







                                                                                                           SICOM/SICIDETO









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