
Ao estudar 1.612 jovens, pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) constataram que fraturas dentárias de grau mais elevado influenciam diretamente na qualidade de vida dos adolescentes e da família deles.
Os participantes foram selecionados por sorteio e, após serem avaliados, responderam a um questionário com perguntas sobre o impacto dos problemas bucais na qualidade de vida. “Os resultados mostraram que apenas fraturas mais graves provocaram impacto negativo. Isso ocorreu principalmente porque eram essas as que causavam algum prejuízo estético. Jovens com fraturas dentárias relataram maior dificuldade de sorrir e se mostraram preocupados com o que os outros pensavam”, explica a coordenadora da pesquisa, Cristiane Baccin Bendo, professora do Departamento de Odontopediatria e Ortodontia da Faculdade de Odontologia da UFMG.
De acordo com a pesquisadora, com a recuperação dos dentes há uma melhora na qualidade de vida dos indivíduos. Isso porque há a resolução de problemas que dificultavam atividades rotineiras, como comer, dormir e namorar. “O mesmo ocorre após o uso do aparelho ortodôntico, pois o alinhamento dos dentes geralmente traz satisfação com a estética do sorriso”, diz.
Fonte: Site www.jornaldosite.com.br

Saiba mais em nossa Política de privacidade e Termos de uso.
