Minha conta

Presidente do SEET pede intervenção federal na saúde pública do Estado


O presidente do Sindicato dos Profissionais de Enfermagem do Tocantins (Seet), Claudean Pereira Lima, se reuniu na quarta-feira, 6, com a vice-ministra da Saúde, Ana Paula Menezes, e o diretor de programas da secretaria executiva do Ministério da Saúde, Giliate Coelho Neto.
Na ocasião, o representante entregou ofício pedindo a intervenção federal na saúde pública do Tocantins, devido ao “descaso das autoridades públicas responsáveis pela administração do setor”, conforme diz o documento.

Claudean informou que junto ao ofício foi protocolado um dossiê elaborado pelos profissionais de enfermagem em todo o Estado. “Os enfermeiros registraram flagrantes em fotos, e até vídeos, mostrando a condição calamitosa dos 19 hospitais públicos do Tocantins”, disse o presidente, que acrescentou:
“Entendemos que é falta de gestão. Nós tomamos a iniciativa no intuito de defender a assistência, não apenas a condição de trabalho”.

O presidente do Seet afirmou que o executivo estadual deve progressão, insalubridade e adicional noturno aos profissionais da saúde pública, o que para Claudean indica “descaso” com o setor, pois a progressão já foi concedida pelo governo do Estado aos policiais militares, servidores do Quadro Geral e professores.

Ofício
O documento protocolado pelo Seet aponta diversos problemas na saúde do Estado, entre os citados estão a falta de medicamentos nas unidades de saúde; instalações das unidades em estado deterioração e com riscos de contaminação; falta de equipamentos de proteção individual adequados; inexistência de materiais adequados à limpeza e esterilização; paredes das unidades hospitalares com mofos, umidade e fungos; superlotação das unidades hospitalares.
Foto: Divulgação/Seet/06.08.2014
Claudean (dir.) entrega dossiê à vice-ministra Ana Menezes e o diretor Giliate Coelho


O ofício protocolizado pela entidade também crítica a possibilidade de implementar gestão compartilhada no Hospital Regional de Araguaína. De acordo com o Seet, o Termo de Referência apresentado pelo executivo acarreta “clara ausência de transparência e credibilidade”. “Dentre as inúmeras cláusulas que viciam o termo de referência apresentado destaca-se a inexistência de prazo mínimo de experiência na área de gestão de serviço de saúde, prazos para início da contratação e prestação dos serviços realizados em caráter repentino em que pese à complexidade da matéria”, afirma o documento.

Por fim, o documento assinado pelo presidente do Seet argumenta há um “colapso na saúde publica do Estado” e um “visível descaso das autoridades”, e por isso, requere a adoção de medidas jurídicas e institucionais para a decretação da intervenção federal.

``O SICIDETO é parceiro do SEET na luta da Classe Trabalhadora de Funcionários Públicos do Estado, também credita a falta de Gestão dos últimos anos a tudo que vem acontecendo na Saúde: Faltam de condições a equipamentos de trabalho, planejamento, estruturas físicas mal adaptadas, não cumprimento das normas de segurança, desordem nos pagamentos das progressões insalubridade e seus retroativos. Outras questões graves como a perseguição da Diretora do HRA aos Cirurgiões Dentistas daquela Unidade Hospitalar, que alterou os plantões em um momento delicado como o que vivemos. Hoje muitos profissionais trabalham sem motivação; portanto promessas não solucionam problemas``. Pontuou Dr. Ricardo Camolesi nosso presidente.
 

Fique por dentro!

Leia e confirme de acordo com nossa Política de Privacidade e Termos de uso.

Aviso de Cookies

Saiba mais em nossa Política de privacidade e Termos de uso.

Transparência

  • Política de privacidade
  • Termos de Uso

FAQ

  • Dúvidas frequentes

Mapa do sites

Acesso Interno

  • Painel Administrativo
  • Webmail

Localização

Contato

V.01.01.04

V.01.01.04

Desenvolvido por