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REUNIÃO BANCADA SINDICAL " NEGOCIAÇÕES GOVERNO"



Em reunião realizada na SECAD na tarde de 05/03 entre a Bancada Sindical da Saúde e o Secretário Gefferson Oliveira, com a presença do superintendente do Banco do Brasil Bruno Antunes com a seguinte pauta: antecipação de créditos junto ao Banco do Brasil, retroativos: adicional noturno e insalubridade.

Iniciou-se a reunião com a seguinte proposta do Secretário de Administração: parcelamento dos retroativos de insalubridade e adicional noturno em 18 meses a partir de abril de 2015, após muito debate o secretário se convenceu que a proposta do governo realmente estava com o prazo muito ampliado, fazendo outra proposta que tudo fosse dividido em 12 vezes a partir de abril de 2015.

Então o presidente do SICIDETO solicitou uma proposta igual a que foi publicada o ano passado, não modificando os prazos nem as data para os retroativos da insalubridade. O Secretário de Administração pediu prazo até segunda-feira para que fosse analisado pela comissão.

Os presidentes dos sindicatos presentes: SICIDETO, SINTRAS, SINDIFATO, e SEET colocaram de forma impositiva a inclusão das progressões e seus retroativos como pauta para a próxima reunião; acatada pelo secretario Gefferson. O superintendente do Banco do Brasil se pronunciou dizendo que recebeu o oficio da SECAD no dia 28/01/2015 (oficio anexo) e que o Banco do Brasil atendeu ao pedido do Secretário de Administração do Estado, mas que esse pedido gerou algumas conseqüências para os servidores que anteciparam o credito. (por exemplo: bloqueio do limite do cartão e cheque especial) devido à burocracia interna do banco. O superintendente Bruno ainda disse o seguinte “se o servidor público estadual tiver margem para credito consignado procure o Banco do Brasil para fazer a sua substituição para essa linha”

O presidente do SICIDETO perguntou ao superintendente do Banco do Brasil qual seria nesse momento uma proposta do banco para a solução do problema sendo que o crédito foi feito na forma de mutuário, Bruno respondeu dizendo que era o Banco do Brasil que aguardava uma proposta, mas que as ações de cobranças e as negativações já tinham sido suspensas/canceladas.

“ Infelizmente a comissão não participou da reunião como era o esperado deixamos bem claro ao secretário que da próxima vez só negociaremos com a comissão completa tendo assim o poder em resolução, pois não adianta ficarmos negociando sem termos um a proposta concreta e definitiva, não abriremos mão de nada daquilo que nos foi concedido.” Disse o presidente Dr. Ricardo Camolesi





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