
Na manhã de nove de junho, a reunião dos presidentes das entidades sindicais e de associações foi no sentido da mobilização/paralisação/greve geral, pois as categorias não aguentam mais o jogo de empurra realizado pela comissão do Governo, o assunto não evolui, estamos na areia movediça. Existe unanimidade e estamos abertos ao diálogo e mesmo assim temos uma certeza; o salário que sairá dia 11 como já foi anunciado, não virá com nenhuma modificação, pois mesmo conseguindo um acordo imediato o Governo já dizia no final do mês passado que uma folha suplementar seria rodada.
O SICIDETO imediatamente convocou Assembleia Geral Extraordinária para a deliberação sobre o assunto mobilização/paralisação/greve geral, nossa diretoria foi consultada e acreditamos que sem acordo só nos resta este caminho.
Diariamente o presidente Camolesi participa das negociações e reuniões, um trabalho árduo e demorado, que caminha a passos lentos. A grande dificuldade nas negociações da Data-Base se refere às progressões e seus retroativos, porque no acordo assinado entre o secretário estadual da administração Geferson Barros e a Bancada Sindical da Saúde o Governo não observou eu para pagarem os retroativos, as progressões devem ser inseridas antes e detalhe todos os Sindicatos tinham alertado o secretário sobre o fato, mas mesmo assim ele reafirmou que não teríamos problemas.
`` O Governo esta pressionado com a Greve na educação e não suportará Greve Geral agora; temos o pensamento voltado para o entendimento só depende da aproximação da proposta a realidade, nós servidores não vamos pagar uma conta que não é nossa`` . Conclui Dr. Ricardo M. Camolesi presidente do SICIDETO.
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Fonte : PORTAL CT / SICOM-SICIDETO

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